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Araúna assina contrato para captação de biogás

Araúna Energia e Gestão Ambiental assina contrato para captação de biogás em Indaiatuba

Município entra para o time de cidades que investem na preservação ambiental e irá realizar a coleta e a queima do metano em seu aterro sanitário

A Araúna Energia e Gestão Ambiental acaba de assinar mais um contrato para implementar seus projetos de captação e queima de gás metano em aterros sanitários. Desta vez, a cidade é Indaiatuba, no interior de São Paulo, no aterro considerado modelo, construído, operado e gerenciado pela Corpus – Saneamento e Obras, respeitando as mais modernas técnicas de operação de aterro e a legislação ambiental.

A Araúna Energia e Gestão Ambiental será a responsável pela execução e aprovação do Projeto de MDL junto à UNFCCC/ONU, para realizar captação, queima e geração de energia, operação, monitoramento e comercialização dos Créditos de Carbono e da receita proveniente da combustão do gás eliminado no aterro. O contrato fechado entre as empresas tem validade de dez anos, podendo ser renovado por igual período.

Segundo os técnicos da Araúna, esses créditos poderão ser comercializados com países que devem compensar suas emissões de gases causadores do efeito estufa. Toda a operação é controlada por equipamentos de última geração, que medem diferentes parâmetros, principalmente a quantidade de metano queimado. Num segundo momento, as empresas planejam a instalação de equipamentos para a geração de energia elétrica, utilizando o biogás gerado no aterro.

Em operação desde janeiro 2002, o aterro de Indaiatuba recebe atualmente cerca de 140 toneladas de lixo por dia. A programação de encerramento dos trabalhos na área está prevista para 2017. Vale ressaltar que a elaboração do Documento de Concepção do Projeto (PDD) do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL é toda feita nos moldes do Protocolo de Kyoto.

Os especialistas afirmam ainda que a previsão é gerar cerca de 300 mil Créditos de Carbono com este projeto. O estudo preliminar indica que nos primeiros sete anos, a partir de 2010 até 2016, serão captados cerca de 51 milhões de metros cúbicos de biogás, que deixarão de ser emitidos na atmosfera, contribuindo com a redução de emissões dos gases de efeito estufa.

STATUS DO PROJETO: Após a primeira etapa de auditoria e audiência pública em nível mundial, agora o projeto se encontra em fase de validação, realizada pela DNV - Entidade Operacional Designada (DOE) pela UNFCCC/ONU.

Link: UNFCCC








 

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