Buscando o desenvolvimento sustentável, empresa implementa projetos inovadores e negocia créditos de carbono no Brasil e no mundo
Com foco em reduzir os impactos causados pelo aquecimento global, a Araúna é uma empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento sustentável. Além de realizar projetos para a geração de energia limpa, a companhia investe na redução da emissão de gases causadores do efeito estufa, de acordo com as definições do Protocolo de Kyoto. É justamente nesse ponto que a Araúna atua, negociando créditos de carbono com empresas, de acordo com determinações de órgãos técnicos da ONU.
A Araúna é uma das pioneiras deste mercado no Brasil e sempre desenvolveu processos ambientais próprios, utilizando tecnologia de ponta. Seus projetos seguem os mais rígidos padrões internacionais de qualidade e vão de encontro a crescente preocupação com as questões ambientais, que incentivam a empresa a investir cada vez mais em pesquisas que possibilitem a melhoria da qualidade de vida de todos no planeta.
Um dos principais objetivos da empresa e reduzir os custos de implantação deste tipo de projeto, viabilizando assim a construção dos mesmo em pequenos municípios, que ate pouco tempo estavam a margem deste processo.
Um dos assuntos acordados pelo Protocolo de Kyoto foi a definição do chamado Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), uma medida para promover o crescimento sustentável em países subdesenvolvidos. Este acordo é o único dentre os mecanismos de flexibilização que prevê a participação das nações em desenvolvimento. Seguindo estas normas, a Araúna é uma das primeiras empresas brasileiras a incentivar a produção de energias alternativas com o intuito de remover e diminuir o carbono da atmosfera.
O MDL ainda permite que países desenvolvidos invistam em projetos (energéticos ou florestais) de redução de emissões e utilizem os créditos para reduzir suas obrigações: cada tonelada que deixa de ser emitida ou é retirada da atmosfera poderá ser adquirida pelo país que tem metas de redução a serem atingidas.

Os Créditos de Carbono são certificados utilizados para compensar o excesso ou o não cumprimento das metas de redução de emissão dos gases de efeito estufa por parte dos paises desenvolvidos. Por esse mecanismo estes países podem investir em projetos que são postos em prática nos países em desenvolvimento. Resumidamente as empresas compram em bolsa ou diretamente das empresas empreendedoras, as toneladas de carbono seqüestradas ou não emitidas por meio de um bônus chamado Reduçao Certificada de Emissao (RCE), em inglês Certified Emission Reduction (CER).
Um dos destaques acordado pelo Protocolo de Kyoto foi a definição do chamado Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), uma medida para promover o crescimento sustentável em países subdesenvolvidos. Este acordo é o único dentre os mecanismos de flexibilização que prevê a participação das nações em desenvolvimento. Atendendo a estas normas, a Araúna é uma das primeiras empresas brasileiras a incentivar a produção de energias alternativas com o intuito de remover e diminuir o carbono da atmosfera.